quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cheguei aos 30!

Olá coisas fofas!!

Eu sei que desapareci um bocado nas duas últimas semanas, no entanto, tenho um monte de boas desculpas para isso. Algumas pelos melhores motivos, outras nem por isso.

Notícia: Cheguei aos 30!!

Pois é, parece mentira, mas fiz no dia 17 de Maio 30 anos. Estou feliz com tal proeza? Nem por isso. Quem me dera voltar ao 20 e à facilidade de tudo nessa época. Era tão bom sair de casa às 8 da manhã depois de uma direta e nem sequer me preocupar com maquilhagem! Era tão bom quando o corpo acompanhava em tudo e nem sequer protestava. Agora sair sem a maquilhagem é impossível e as diretas... saem bem caro. Sim, eu disse que cheguei aos 30. Não aos 60, mas deixem-me reclamar!!!

Então o motivo o desaparecimento começará a fazer algum sentido já que resolvi fazer uma coisa que já não fazia há mais de 10 anos. Uma festa. Nada de louco, nada de extraordinário, mas convidei a família e amigos mais próximos e toca a comer. Sim, eu sei que agora que estou nos 30 não me posso dar ao luxo de comer nem metade das porcarias que terei comido nesse dia. Mas era uma festa! O meu aniversário! Xiu!


Portanto hoje venho mostrar as coisinhas boas que recebi, ou parte delas, porque ainda há gente que ache que cartões malucos com dinheiro é original (Sim, certas criaturinhas da minha família, isto é para vocês!! Obrigada à mesma, porque dá sempre jeito!!! ;) ).









E vocês, como costumam festejar os vossos aniversários?
A idade é coisa que vos preocupa?

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Máscara Purificante da Eisenberg

Olá gente!!

A pedido do Miguel do blog Pieces Of Me, hoje trago-vos uma review de um daqueles produtos que a meu ver deveriam ter um pedestal para melhor serem adorados por todos. E trata-se mesmo da Máscara Purificante da Eisenberg


A primeira vez que usei foi há uns anos atrás e na altura a minha pele andava tão mal que nem gostei nada do resultado, mas coitada da máscara não teve culpa nenhuma, eu é que andava a usar um suposto sabonete maravilhoso e que na realidade só me anda a prejudicar mais a pele (obrigada dermatologistas!!). Acabei por dar o resto da embalagem e nunca mais pensei no assunto. Até que uns tempos depois, já com o problema resolvido e o sabonete no lixo, deram-me uma amostra desta máscara e eu sem me lembrar que já a tinha usado experimentei e... apaixonei-me pela coisa. Claro que a paixão quase foi curta, porque quando ia para a comprar assustei-me com o preço. No entanto fui para casa a pensar no assunto e no dia seguinte voltei e comprei-a. Nada como uma boa noite de sono para decidirmos estas loucuras. O que é certo é que apesar de não ser uma compra fixa, volto sempre a ela. A que estou a usar atualmente foi uma que a minha tia tinha por lá perdida ainda por abrir e eu achei que seria um crime não usar, mas entretanto mudou a embalagem, por isso se procurarem, atualmente tem um frasco mais alto e mais estreito, embora o produto seja igual.

Trata-se de uma máscara purificante com a Formula Trio-Molecular da marca, que promete digerir e eliminar as células mortas da pele. É recomendada para peles mistas a oleosas, já que reequilibra e fecha os poros. É enriquecida com argila verde, kaolin e rosmaninho, que absorve o excesso de sebo, regula e purifica.



O modo de utilização é muito simples, aplica-se na pele lavada e seca, permanece de 20 a 30 minutos – pessoalmente nunca deixo chegar aos 30 minutos porque noto que me começa a secar algumas zonas e os 20 chegam muito bem. No fim retira-se com um disco desmaquilhante embebido água morna e passa-se novamente por água. No meu caso passo um hidratante logo em seguida porque sinto a pele demasiadamente seca. O que é certo é que o efeito é imediato, a pele fica sedosa, perde aquele brilho da oleosidade e nos tempos seguintes as borbulhas são poucas e as que aparecem não duram mais do que um dia. Em relação à utilização, uma pequena camada é suficiente e na minha pele o ideal é usar de 15 em 15 dias ou ainda mais espaçado, mais do que isso e noto a pele seca demais em certos pontos e com uma certa vermelhidão em algumas zonas, mas noto o mesmo em relação a outras marcas, não apenas com esta.
Na embalagem diz até que pode ser usado em SOS para fazer borbulhas mais rapidamente, mas confesso que nunca experimentei por achar um desperdício de máscara e para isso, uso o velho truque caseiro da pasta de dentes.

A máscara purificante da Eisenberg encontra-se em perfumarias (quando não vos dão a informação que foi descontinuada apenas por ter mudado de embalagem!), em embalagens de 75ml e o preço ronda uns ultrajantes 70€, que por muito que tentem poupar o produto também só tem uma validade de 6 meses. Perante a pergunta se vale a pena a resposta é um moderado sim. Até hoje ainda não encontrei uma melhor ou até mesmo igual, mas não há como negar que é um produto demasiadamente dispendioso.

Conhecem esta máscara? E a marca? Já experimentaram?
Que máscaras usam habitualmente?


sábado, 29 de abril de 2017

Sugestões de Dia da Mãe

Olá coisas fofas!!


Agora que estamos a uma semana do Dia da Mãe achei que deveria deixar aqui algumas sugestões. Claro que nem toda a gente aprecia a mesma coisa, mas decidi basear-me nos gostos da minha. Sinceramente, nunca fui fã deste tipo de dias, desde muito pequena que me lembro que na escola nos faziam criar um presente e eu era quase sempre a primeira a protestar. Porquê este dia? É suposto ignorarmos as nossas mães (o mesmo serve para os pais no dia que lhes é atribuído) o resto do ano? Com o tempo lá fui aceitando a dita tradição com mais ou menos reticências. Muitas vezes, só para ser do contra, ofereço-lhe algo mais elaborado uma semana antes ou depois e ignoro o dia por completo. Este ano ainda não decidi o que fazer, mas sei que no caso da minha mãe, dá muito mais valor se a levar a almoçar/lanchar/jantar a algum lado que goste ou que passe um dia diferente em algum lado, do que se lhe comprar alguma coisa. No entanto, tento fazer ambas as coisas porque, na realidade, ela merece.

Claro que estas sugestões, apesar de serem as mais normais, não são garantia que todas as mães gostem. A minha é uma senhora de quase 60 anos que só recentemente se começou a dar a algumas vaidosices. O conselho é mesmo pensarem se já viram as vossas mãe usar/comprar/pedir algo parecido com o que estão a pensar oferecer. Aqui tentei ir do mais em conta até algumas peças mais dispendiosas, vejam os vossos orçamentos e decidam, mas de certeza que mãe nenhuma nos quer levar à falência.



Que acham das sugestões? Já sabem o que vão oferecer?
E que tal mais um post amanhã ou depois com sugestões grátis ou com um valor mínimo?


domingo, 23 de abril de 2017

Viagens: 6 dias em Paris

Olá!!!
Como vai o fim de semana?

Aviso desde já que este post é enorme! Acho que tomei o gosto pela variação de temas aqui do blog e decidi começar a falar mais de algo que adoro: viagens! Decidi começar a fazer, talvez mensalmente, um roteiro de destinos que gosto. Comecei por um que já conheço e que já fiz para ver o que vocês acham, mas de futuro quero arriscar em outros que ainda não tive oportunidade de visitar. Começo por uma das cidades que adoro: Paris. Apesar de toda a insegurança atual, é uma cidade deslumbrante e cheia de locais lindos!

Para lá chegar

O que não faltam são formas de chegar a Paris. Claro que se pode ir de carro, e até de autocarro mas deve ser extremamente cansativo e há meios bem mais rápidos e práticos. Infelizmente sempre fui de avião. Acho que todas as companhias aéreas têm voos para lá. Por norma gosto de escolher sempre os primeiros voos da manhã, aqueles que partem antes das sete e a meio da manhã estamos no nosso destino com o resto do dia pela frente para visitar tudo o que queremos. É uma ótima forma de rentabilizar o tempo de estadia. Já nos voos de regresso o truque é o inverso e escolher os voos ao fim da tarde ou inicio da noite. (Mesmo que tenham de deixar o quarto antes de x horas, os hotéis quase sempre têm onde guardar as malas).

Para chegar dos aeroportos ao centro existem várias opções, como autocarros (até mesmo de algumas companhias aéreas), comboios, táxis, etc. Eu sempre fui para o aeroporto de Orly e sejamos sinceros, o mais cómodo é mesmo apanhar um táxi que nos leve direitinhos ao hotel e desde Março a tarifa é fixa nos 35€ para o centro de Paris, com a bagagem incluída. A meu ver, a menos que se viaje sozinho, compensa o táxi em comparação por exemplo ao comboio. Não existe estação em Orly, existe sim um tram, o Orlyval que faz a ligação entre o aeroporto e Anthony, onde se tem de apanhar novo comboio para o centro. Isto com malas não é nada prático e o preço dos dois são 12€. Façam as contas e vejam a melhor opção para cada um.

Para quem não gosta de aviões ou, como eu, são apaixonados por viagens de comboio, o Sud Expresso é uma boa opção, apesar de mais lenta e mais dispendiosa. Trata-se de um comboio noturno que liga Lisboa a Hendaye, aí é necessário apanhar o TGV para Paris. Pelo que andei a ver é uma opção mais dispendiosa mas interessante para quem não quer ter um limite de peso de bagagem. Ainda não tive oportunidade de fazer esta viagem, mas adoraria! Para mim não há melhor do que poder desfrutar calmamente da paisagem e tirar fotos pelo caminho. Ok, eu por mim dava a volta ao mundo de comboio, se fosse possível.

Primeiras coisas a arranjar quando se chega a Paris:


  • Mapa detalhado das ruas e linhas de metro: Normalmente são oferecidos na maioria dos hotéis e postos de turismo.
  • Paris Visit Pass: é um passe que dá acesso a toda a rede de transportes públicos da cidade (autocarros, metros e comboios), válido por 1, 2, 3 ou 5 dias e para as várias zonas. Para quem não quer sair do centro a opção de zona 1-3 zonas é suficiente, no entanto para ver alguns dos palácios ou museus fora do centro o ideal é o de 1-5 zonas. Podem usar e abusar porque não existe qualquer limite de viagens ou de distâncias, no caso deste último.
  • Paris Museum Pass : tal como o nome indica é um passe de acesso a quase todos os museus, mas também outros monumentos como castelos, palácios, igrejas, observatórios, etc, etc. Acho que a única grande atração que não está aqui incluída é a Torre Eiffel, de resto este passe dá acesso a tudo e, em muitos casos, dá mesmo acesso prioritário, o que é ótimo pois evitam as grandes filas. Têm a opção de 2, 4 ou 6 dias.

Alojamento

O que não falta em Paris são opções de alojamento, desde a mais barata cama em hostels em que se vê a sujidade acumulada desde que cortaram a cabeça à Maria Antoniente até às mais exuberantes e luxuosas suites com vista para a Torre Eiffel. Por isso, a menos que não tenham amor à vossa higiene pessoal ou que vos tenha saído o Euromilhões, a sugestão que deixo é que arranjem algo entre uma opção e outra. Há muitos hotéis mais simples e com excelente atendimento. Não se prendam muito com o pequeno almoço porque a menos que esteja incluído no preço, normalmente são caros e raramente valem o que custam e nesse caso mais vale saírem um pouco mais cedo, procurarem uma explanada e pedirem um pequeno almoço a vosso gosto.
Outra sugestão que deixo é que a menos que tenham um orçamento mais alargado não tentem ficar mesmo na parte central porque os preços são muito mais elevados. E há imensas opções mais afastadas, com o metro à porta que em 5, 10 minutos vos leva ao centro, ou a qualquer outra parte da cidade e arredores.

O que visitar?

Dia 1



Supostamente este é o dia da chegada, não dá para grandes aventuras não só pela questão de tempo mas também já algum cansaço. Por isso, a recomendação é simples. São 3 pontos todos muito próximos e que ainda assim permite ver muito pelo caminho. Ao sair na estação de metro Hôtel de Ville, têm logo ali o monumento que lhe dá nome, que é na realidade o equivalente à Câmara de Paris, seguindo em frente têm a Pont d'Arcole, ou a Pont Notre Dame logo ao lado, com uma vista espetacular sobre o rio Seine e uns metros à frente encontram de imediato a catedral de Notre Dame, a entrada é gratuita e a subida à torre está incluída no passe. Outro ponto interessante para visitar localiza-se mesmo em frente à catedral e trata-se das ruínas da Crypte Archéologique du Parvis, com mais de 2000 anos de história. E a menos de 5 minutos dali temos ainda a Sainte Chapelle, com uma obra espetacular em vitrais. E caso ainda tenham tempo e gostem, não deixem de passar pelo mercado de flores e pássaros, Marche aux Fleurs et aux Oiseaux, ali tão perto.

Dia 2


É um dia quase todo ele reservado ao Louvre. É muito simples para lá chegar porque têm duas estações de metro muito perto e o conselho que dou é que cheguem o mais cedo possível. As filas já não são o pesadelo que eram há uns anos mas ainda assim acumula algumas pessoas e pode demorar um pouco, no entanto o passe dos museus dá acesso prioritário, aproveitem! E já agora contem passar toda a manhã por lá e se forem como eu, ficam também parte da tarde (aquilo tem restaurante e cafetarias, não passam fome!) e já agora, se querem ver a Mona Lisa de perto o ideal é irem lá diretos assim que o museu abre ou depois são acotovelados e calcados para lá chegar, o que a meu ver, não vale a pena. Depois do Louvre se ainda estiverem vivos (sim, aquilo cansa!), o ideal é descontrair num passeio pela beira do rio até à Conciergerie, a antiga prisão e que, estranhamente, é agora um local agradável e amplo, talvez porque anteriormente era um palácio.

Dia 3



Mais um dia com poucos locais a visitar porque um deles é enorme! A sugestão para o dia é o Château de Versailles, para mim um dos locais mais bonitos de Paris. Não é muito simples para lá chegar, porque fica fora do centro, é preciso apanhar o comboio da linha RER C para Versailles Château - Rive Gauche e fazer uma pequena caminhada de uns 10 minutos até ao palácio. Mais uma vez recomendo que cheguem cedo, ainda mais do que em qualquer outra situação, porque a fila é sempre tão monumental como o edifício! E pior, o passe que dá entrada desta vez não dá acesso prioritário. O conselho que dou é que lá estejam até antes da abertura ou têm uma horita de espera pela frente. Ou mais! Contem passar quase todo o dia por lá, não só para ver o palácio principal como também os jardins e o Trianon. Ao regressar ao centro de Paris, podem sair na estação Champ de Mars e visitar a Torre Eiffel. Este é o único monumento aberto ao público dos que recomendo aqui, que não está incluído no passe, mas vale a pena subir.

Dia 4



Outro dia que começa com mais uma visita a um castelo (eu gosto de castelos e palácios, o que é que querem?), desta vez sugiro uma ida ao Château de Vincennes, que chegou a ser um dos mais importantes antes da mudança para Versailles e que se tornou mais tarde numa prisão. Chegar até aqui é muito simples, basta apanhar a linha 1 do metro que para ali muito perto e aqui penso que uma manhã seja o suficiente para visitar todo o espaço, por isso podem regressar antes de almoço. Já de tarde podem começar com uma visita ao Centre Pompidou, que aloja o museu de arte moderna além de uma biblioteca pública, e tem uma arquitetura muito peculiar. Para lá chegar têm várias estações de metro em redor e as filas para entrar são geralmente pequenas. E porque não terminar a tarde na L'Orangerie? Está a uns 10 minutos da estação de metro de Concorde e se tiverem a sorte de visitar num momento pouco movimentado, é dos locais mais com ambiente mais fascinante que encontram, com a coleção dos Nenúfares de Monet em destaque. E já agora, ao sair, não se esqueçam de dar um passeio pelo Jardin des Tuileries e ver a Place de la Concorde mesmo em frente.

Dia 5



A sugestão para o dia é uma manhã passada no Museu d'Orsay, uma antiga estação de comboios, acessível através da Linha RER C que para mesmo ao lado do edifício. Aqui têm uma coleção abismal de arte do final do século XIX, inicio do século XX com todos os grandes nomes do Impressionismo, Realismo e Simbolismo. Não são os meus estilos favoritos mas até eu fiquei rendida. O museu é enorme, merece bastante atenção e tempo, por isso fica a sugestão do restaurante que lá existe. Mais não seja a sala é deslumbrante, mas atenção que enche rapidamente e acho que continuam a não aceitar reservas, o ideal é estarem lá antes da abertura, por volta das 11:30. Depois de almoço fica a sugestão de visita ao Museu de Cluny, que fica mesmo ao lado da estação de metro de Cluny-La Sorbonne. Trata-se do museu da Idade Média. Para quem gosta de arte sacra e tapeçarias históricas, sente-se em casa. Ao sair, porque não uma pequena caminhada de menos de 10 minutos pelos imponentes edifícios da Universidade de Sorbonne até chegar ao Panthéon? Foi dos locais que visitei cuja expectativa era a menor de todas e saí de lá fascinada não só com os túmulos de grandes personalidades francesas (posso ter tido o meu momento fangirl em frente ao túmulo de Rousseau que se repetiu com o de Alexandre Dumas), mas também com o pêndulo de Foucault e com a cúpula.

Dia 6



No último dia em Paris a sugestão é um pouco menos convencional em certos pontos. Começa pelo Museu de arqueologia de Saint-Germain en Laye. Este fica um pouco afastado do centro de Paris, mas mesmo em frente à estação RER de Saint-Germain en Laye. O museu fica num antigo palácio real e só o exterior é deslumbrante, para não falar das coleções no interior que, para quem estudou arqueologia como eu, sentimo-nos como as crianças na Disney! Os jardins ao lado também merecem uma visitinha. De regresso ao centro, o próximo ponto pode parecer um pouco mórbido mas aconselho mesmo uma visita ao Cemitério de Père Lachaise, muito perto do metro de Philippe Auguste. É um lugar enorme e repleto de túmulos de figuras importantes como Maria Callas, Auguste Comte, Eugène Delacroix, Isadora Duncan, Jean de La Fontaine, Édith Piaf, Allan Kardec, Jim Morrison e muitos mais. Umas quantas paragens de metro mais à frente na mesma linha, na estação de Anvers, temos a Basílica de Sacré Coeur, que mais não seja vale a pena pela vista espetacular sobre a cidade, o problema é a escadaria para lá chegar, nada que não se resolva com a viagem de funicular até ao cimo. E já que estão ali, porque não um passeio pelo bairro de Montmartre para ver o icónico Moulin Rouge? Confesso que não entrei até porque os espetáculos não são de todo baratos, mas para quem gosta deve ser interessante e é uma forma divertida de terminar o passeio.

Se escolherem um voo de regresso mais tardio podem sempre aproveitar o último dia. Talvez para umas compras pela Avenue Montaigne ou pelas Galerias Lafayette? Mas não exagerem porque tudo conta no peso das malas (e do porta moedas!) para regressar!

E que tal? Gostaram do roteiro e das dicas?
Acham que deva continuar ou isto é uma grande seca? Digam de vossa justiça! ;)

Algumas das fotos foram retiradas do Google, outras são minhas.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Tendência Florida!

Ok, tal como prometido vamos começar a variar um pouco a temática aqui do blog. Por isso hoje, em vez de falar de produtos de beleza ou de cozinha vamos falar de... Moda!
Isto para mim é quase um desafio maior do que vir falar de matemática porque o meu conceito de moda é... diferente da maioria. Acho que ainda não é do conhecimento público por aqui mas a verdade é que raramente uso cores e misturo preto com preto. Não é mania, não é marca pessoal, é mesmo questão de gosto. Claro que tenho noção que um post de moda só de roupa preta não iria ter grande apreciação, por isso lá vou eu aventurar-me no mundo das cores (ou tentar!) e falar de uma loja que gosto bastante, a New Look. É uma loja inglesa que além das lojas físicas que tem no Reino Unido têm também loja online e... melhor de tudo... faz entregas em Portugal apenas por 6€. Nada mau!
Uma das grandes tendências desta primavera são floridos, principalmente estampados mas também em brocados, bordados, tudo é válido. E podem ir desde as flores mais pequeninas a autênticos arranjos florais no tecido, que dá um look fresco, primaveril a apelar ao sol.

Vestidos 

São para mim os mais fáceis de escolher porque adoro vestidos e são talvez as peças que mais uso. Este ano não há grandes regras nos vestidos além do uso de tecidos leves. Não interessa se são curtos, compridos ou médios, com ou sem mangas, ombros tapados ou descobertos, a grande regras são mesmo as flores.

Blusas e Tops

Mais uma vez encontramos um bocadinho de tudo no que respeita a blusas. Temos tops, temos o típico formato camisa, temos do mais curto ao mais comprido, com mangas de todos os formatos, vários tamanhos de decotes e mais uma vez a regra (com uma ou outra exceção que a confirma) são os tecidos leves e esvoaçantes. As blusas e tops, mais do que outras peças esta Primavera apostaram não só nos estampados como também nos brocados e até nas rendas.

Macacões

Confesso que foi mesmo a parte de que me deu mais dores de cabeça a escolher. Adoro ver macacões mas acho que em mim tudo neste género fica mal. Deve ser birra minha, claro, o que é certo é que tenho apenas um e raramente uso. O que é certo é que vieram para ficar, tanto o formato playsuit como os jumpsuits. Os primeiros usam-se principalmente muito curtos. E os jumpsuits encontram-se dos mais clássicos até mesmo às cullotes. (Que também ficam lindas a toda a gente, menos a esta alminha aqui!)

Saias

Outra das minhas perdições são as saias. E felizmente o formato godet continua em força nas tendências desta Primavera! Acho que o exageradamente curto este ano ficou um pouco para trás e o que se encontra em 'mini' é muitíssimo aceitável. As saias, mais do que os vestidos, encontram-se em todos os tamanhos, acima ou abaixo do joelho, no entanto não tão compridas quanto os vestidos. Mais uma vez, a aposta passou além dos estampados e vê-se imensos os brocados, muitas com bordados lindos.


hshddddddd

E vocês? Que acham desta tendência florida? Já aderiram? Gostam de ver ou acham demasiado Primaveril para usar na roupa?
E já agora, que acham desta ideia de falar mais de moda?
Não se esqueçam que está a decorrer o sorteio do Gift Bag aqui

quarta-feira, 12 de abril de 2017

1 ano de Blog e Giveaway

Olá meus amores!!!

Hoje estamos todos de parabéns! Fazemos um aninho!!!
Quem diria que aquilo que começou por ser uma brincadeira, que eu pensei que pararia ao fim de um mês, acabaria por se tornar algo tão importante para mim?
Este aniversário é de todos nós, porque sem dúvida que o melhor aqui é mesmo a interação com todos os que aqui chegam, leem, comentam, deixam dicas, dão a conhecer os seus blogs, onde por sua vez tenho aprendido tanto!

Mas este aniversário traz algumas novidades e surpresas!
Decidi fazer algumas alterações na temática, ou melhor, diversificar mais e enredar por caminhos que até aqui têm ficado um pouco de lado por vários motivos. Que acham de começar a entrar mais em assuntos de moda, de viagens, de dar novidades em vez de fazer apenas reviews? Decidi fazer a experiência e logo chegaremos a alguma conclusão.

E claro que um aniversário não poderia passar sem... presentes!
Pois hoje o presente é para vocês com um sorteio! Resolvi elaborar um gift bag (ok, era suposto ser uma gift box, mas aconteceu-me um pequeno incidente com a caixa, por isso passou a saco. Shiu!) com vários produtos de que gosto. Tive o cuidado de não incluir nada especificamente masculino ou feminino para que o presente seja adequado a todos os seguidores.


Como podem ver na foto o gift bag inclui:
  • leite de corpo Ultra Suave da Garnier
  • conjunto de duas esponjinhas da UBU
  • Baton de cieiro Labello Original
  • Agua Micelar da Nívea
  • Shower cream da Body shop
  • Conjunto de pega e pano de cozinha bordado à mão (foi a contribuição da tia para o aniversário do blog!)
  • Nibbles Digestives da Mc vities
  • Saquinho com 6 pacotinhos de diferentes chás da Twinings

Para participarem tem de :
Seguir o Blog (Obrigatório) – 1 entrada
Gosto no Facebook (Obrigatório) – 1 entrada
Partilhar, mencionando 3 amigos (Obrigatório) – 1 entrada
Seguir no Twitter – 2 entradas
Seguir no Instagram – 2 entradas
Partilhar noutra rede social além do facebook – 2 entradas
Seguir no Blogs de Portugal – 4 entradas

O sorteio decorre entre hoje e a meia noite do dia 26 de Abril.
É válido apenas para Portugal. 
Não se esqueçam de tornar os links de partilha públicos para que possam ser confirmados.

Rafflecopter giveaway

Boa sorte a todos!
E parabéns a todos os que de alguma forma fazem parte d'O Meu Dolce Far Niente

sexta-feira, 7 de abril de 2017

O Regresso de Prison Break


*Não contém spoilers*

O post de hoje é ligeiramente diferente do habitual porque venho falar de... uma série.
Apesar de ser uma daquelas viciadas que vê cerca de 15 séries por semana (pelo menos quando tenho tempo para isso e sim, às vezes dormir passa para 2º ou 3º plano!), acho que ainda não tinha falado de nenhuma aqui no blog. 

Nos últimos anos temos tido um regressar de muitas séries, algumas já terminadas há mais de uma década e claro que, a meu ver, alguns regressos têm tido mais sucesso que outros. O ano passado delirei com os novos episódios de The X-Files e já no final do ano, de Gilmore Girls. Foram duas séries que marcaram afincadamente a minha adolescência por motivos diferentes e já em fases distintas. O regresso de Gilmore girls foi para mim quase perfeito, apesar deste ser um quase bastante sublinhado; já The X-Files seria uma quase desilusão, se não tivesse tido dois dos episódios mais brilhantes talvez de toda a série. Posto isto, serão estes regressos sempre boas ideias? Não, claro que não e temos tido a triste prova em alguns casos.

Pois no dia 4 estreou a 5ª temporada de Prison Break, 8 anos depois do cancelamento.

Ao contrário das séries que referi anteriormente, nesta não tive aquele choque da passagem do tempo pelos atores. Nota-se bem, claro. No entanto segui-os mais nestes últimos anos e não houve aquele “Wow!”

Gostei de não haver ali mudanças radicais. Estas personagens são as mesmas e não alteraram as suas personalidades em nada, algumas regressam a velhos hábitos mas a essência é a mesma. Tal como a restante série, a realização é em tudo semelhante ao que vimos há anos atrás e a história, baseando-me apenas neste primeiro episódio, não andará muito longe do habitual também.

Apesar de manter o ritmo rápido a que estávamos habituados, é como se muito daquilo não tivesse grande impacto na história. Não queria dizer que estiveram a encher chouriços, no entanto, foram 40 minutos que se podiam muito bem reduzir a 15 sem se sentir a menor falta dos restantes. Que sim, poderiam ter sido melhor aproveitados... mas já lá vamos.

Sobre o enredo... como já disse segue muito o padrão anterior. Mais ainda, diria mesmo que este início faz lembrar em tudo o primeiro episódio da série mas com uma inversão de papeis entre o Michael e o Lincoln, que por sua vez também já tinha acontecido no início da 3ª temporada.


Estranhamente temos um inicio de enredo com o T-Bag (confesso que sempre achei mais piada do que devia a esta personagem!), que ainda anda às voltas com a mão. Ganhámos um vislumbre da vidinha da Sara nos últimos anos. Vemos um C-Note menos irritante e mais prestável que o habitual, o Sucre entra e sai quase sem darmos por ele e sem qualquer surpresa, um Lincoln Burrows igual a si próprio e a tudo aquilo que sabíamos dele desde o início. Mas sem dúvida que o Michael continua a ser o motor da série até quando não está presente. Quando uma das personagens principais era suposto estar morta e no entanto faz parte da nova temporada não se pode considerar grande spoiler dizer que... afinal está viva. Certo? Pronto, Michael Scofield está vivo. E apesar de não ter sido surpresa nenhuma foi mesmo o momento alto do episódio. A verdade é que tivemos um amontoar de dúvidas desde o início que não viram qualquer explicação, talvez na tentativa de manter o espectadores ansiosos durante uma semana... ou várias... mas teria sido mais interessante pelo menos começar a desvendar alguma ponta em vez de nos bombardearem com questões sem qualquer resolução.

Um outro aspeto que achei curioso foi a falta de contextualização em alguns casos. Alguém que nunca tenha visto a série e comece neste episódio vai acabar completamente baralhado e a meu ver, nada fará sentido. Ok, peguem nas temporadas anteriores e vejam! No entanto usaram tempo em aspetos desnecessários que poderia ter sido canalizado para essa contextualização.

Gostei do episódio? Gostei mas poderia ter sido melhor. Vou continuar a ver? Claro! Continuo a ter aquele fraquinho pelo Wentworth Miller? Sempre! E pronto, venha o resto da temporada!

E vocês? Costumavam ver a série?
Vão ver estes novos episódios?

Imagens retiradas do Google

domingo, 2 de abril de 2017

Loção Vita Rich da Johnson's

Olá meus queridos!

Cá estou eu novamente a falar da minha grande obsessão: cremes/leites/loções/manteigas de corpo. Eu sei que um dia crio um novo blog apenas para falar sobre isso, mas é mais forte do que eu, não me consigo controlar. Prometo que assim que inventarem grupos de ajuda a este tipo de vício eu vou! Até lá, continua o drama!

Pois hoje venho falar de um produto que descobri recentemente e desde então não o tenho largado: a loção corporal Iluminador Vita Rich da Johnson's.

Para começar devo dizer que a marca Johnson's raramente fez parte das minhas preferências até agora. Lembro-me que quando era muito pequena, talvez com uns 4, 5 anos usava estes produtos para o banho, o óleo que depois comecei a achar muito gorduroso, e o famoso champô para crianças. Assim que comecei a crescer, decidi logo que não gostava de nada daquilo (a ideia de ser para bebé ajudou à birra, porque nessas idades o que se quer é usar os produtos da mãe!) e nunca mais voltei a comprar nada da Johnson's (exceto talvez as toalhitas quando vou de viagem). Ora isto tem uns 25 anos de teimosia infundada que acabaram no belo dia em que descobri este produto.

Há uns dois meses atrás, andava no supermercado e vejo a loção vita rich em promoção. Confesso que a minha primeira ideia foi “não gosto disto”, mesmo assim peguei na embalagem de romã, que das que havia era a mais apelativa para mim, abri e cheirei. Foi amor à primeira cheiradela. E claro que veio comigo para casa.

Quando experimentei logo no dia seguinte soube que tinha encontrado a minha loção favorita para os próximos tempos! Para começar, é à base de extrato de flor de romã e manteiga de karité, esta última tem aquele aroma característico, que parecer quase baunilha e que misturado com a romã é perfeito. A marca promete uma fórmula hidratante, nutritiva, iluminadora, revitalizante e suave. E cumpre muito bem as 24horas que anuncia. Até mais!

Ao aplicar parece um pouco gordurosa, o que me assustou na primeira vez, mas em menos de 5 segundos essa oleosidade desaparece, a absorção é mesmo muito rápida e deixa a pele extremamente suave, além de dar um brilho bonito. Um dos meus problemas no inverno é que a pele principalmente das pernas fica mais seca que o normal, acaba até por escamar. Um bocadinho desta loção e fica perfeita! Inicialmente pensei que o efeito desaparecesse ao fim de umas horas, mas não. Mantém-se pelo menos até ao banho seguinte, o que é raro encontrar noutros produtos idênticos. E pronto, estou
oficialmente apaixonada por isto. Mas agora quero experimentar as outras!!

Gosto da embalagem que é muito prática e talvez por ser em loção sai muito facilmente, o que nem sempre acontece nestes casos. O tamanho é de 400ml e além da de romã existe de papaia, rosas e uva. O preço habitual ronda os 6€, no entanto encontra-se várias vezes em promoção em quase todos os hipermercados. Esta por exemplo estava a metade do valor


Já conheciam? Costumam usar loções?
E já agora, alguém mais se quer juntar aos VCCA (Viciados em Cremes de Corpo Anónimos)?

terça-feira, 28 de março de 2017

News Update!

Olá pessoal

Como já repararam tenho andado desaparecida aqui do blog, apesar de continuar a ver os comentários que vão deixando. A verdade é que o tempo tem sido pouco. No início deste ano lancei-me num novo projeto turístico que está a ter altos e baixos (por enquanto são mais os baixos que os altos) e que me tem consumido não apenas o tempo mas também as energias, de maneira que o blog ficou um pouco para trás.

No entanto a fase inicial está terminada e aos poucos começo a libertar momentos para regressar ao que gosto de fazer. Claro que o blog tem prioridade sobre algumas outras coisas e por isso aos poucos começo a regressar. 

Ao longo dos próximos dias tentarei responder a todos os comentários que se foram acumulando sem respostas e principalmente passar por todos os vossos cantinhos.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Receita: A minha Mistela de Chocolate

Olá!!
Depois de muito ponderar sobre este post lá me decidi a partilhá-lo convosco. Trata-se de uma receita de creme de chocolate com pêssego que eu praticamente inventei (não sei se já existia mas pelo menos nunca vi) e à qual costumo chamar carinhosamente A Minha Mistela de Chocolate.


Ok, para todos aqueles que não me conhecem, ou seja, quase todos, convém começar por explicar que os meus dotes culinários são altamente limitados e quando se fala em sobremesas por norma resumem-se a 3 coisas: ir comprá-las a algum sitio, pedir/subornar alguém para que as faça ou comprar daquelas sobremesas instantâneas e usar o truque de as decorar bastante para parecer algo fenomenal (ok, já ninguém por aqui cai nessa, mas eu tento!) A minha especialidade são aqueles bolos de chocolate da Milka que já vêm quase todos feitos e é só juntar ovos, manteiga e meter para o forno. Ora imagine-se a surpresa quando há uns anos atrás está esta alminha aqui a ver um programa de culinária da Sophie Dahl. E a senhora lembra-se de fazer esta receita


Estou eu a olhar para a televisão e a pensar “Isto é muito fácil. Até eu podia fazer isto! É isso! Eu vou experimentar esta sobremesa!”. Claro que dez segundos depois lembrei-me que o chocolate preto para sobremesas é... pouco doce. E não estávamos na altura das cerejas. E eu nem sou grande fã de brandy. Ora que solução dar a isto??? “Vou mudar a receita toda!”

E do alto da minha genialidade culinária até então inexistente saiu esta maravilha de receita (depois de infinitas tentativas mal sucedidas de conjugação de ingredientes, erros de dosagem e plena falta de conhecimentos e jeito para a coisa) que passo agora a partilhar com o resto do mundo:


Ingredientes:

½ Tablete de chocolate de Leite
½ Tablete de chocolate de culinária (também já usei chocolate negro e funcionou muito bem)
2 gemas de ovo
1 pacote de natas
3 ou 4 metades de pêssego em calda
1 colher de sopa de açúcar amarelo (facultativo)
5/6 colheres de sopa de vinho do Porto

Preparação:


Numa frigideira coloca-se o pêssego partido aos pedacinhos. Se as metade forem grandes são 3, se forem pequenas são 4, junta-se a mesma quantidade de colheres de sopa da calda de pêssego e de vinho do porto. Podem juntar o açúcar amarelo, mas a receita não perde nada sem ele, fica ao gosto de cada um. Deixar cozer em lume brando até o molho desaparecer. Então deixa-se arrefecer e junta-se mais 2 colheres de vinho do Porto. 


Noutro tacho derrete-se ambos os chocolates e junta-se as natas, sempre a mexer bem até ficar uniforme e retira-se do lume para arrefecer durante uns minutos. Quando estiver morno junta-se as 2 gemas e vai ao lume mais um minuto ou dois sem parar de mexer até retirar. 


Enquanto arrefece coloca-se o pêssego numa taça (ou pode-se dividir por várias individuais) e junta-se o chocolate. Colocar no frigorífico apenas quando estiver frio e deixar umas 3 ou 4 horas até solidificar bem. Convém manter frio até servir.
Como é que fica? Qual é a consistência? Pensem numa espécie de Nutella, daí eu brincar com o nome e chamar-lhe mistela. Nada tem a ver com a bebida e sim porque foi uma coisa inventada por quem não tem jeito nenhum para doces. 

Não me perguntem a quantidade de calorias que isto tem, porque eu prefiro nem pensar no assunto mas deve ser uma bomba. Por isso nada de abusar, eu só a faço em épocas festivas e agora que a receita passou anos a ser melhorada até já há quem aceite uma colher ou duas da minha mistela. E continuam vivos! Este Natal foi uma das sobremesas que servi e mais uma vez fez sucesso entre a mãe e os tios.

Que acham? Atrevem-se a experimentar?
E já agora, também costumam inventar na cozinha ou alterar receitas a ponto de sair algo totalmente diferente do original?