domingo, 9 de julho de 2017

// ACMA // - Receita de Sangria de Frutos Vermelhos

Não sei se já conhecem o grupo ACMA – A Cultura Mora Aqui, mas é um projeto giríssimo para blogs que de alguma forma queiram deixar um pouco de lado os temas ditos mais “fúteis” de moda, beleza, etc e fazer um post de cultura pelo menos de 2 em 2 meses.
Desta vez o tema é Festas, Festejos e Festividades e é nos dada total liberdade para escolha do assunto, sendo a única regra não falar de moda ou beleza.

Ora assim sendo, e tendo em conta que este é o meu primeiro post para o ACMA, resolvi começar com qualquer coisa simples. Trago uma receita de algo que nunca falta nas minhas festas e que é tão típico aqui pela península Ibérica. A Sangria!


Claro que a Sangria é quase como o Bacalhau, há 1001 maneiras de ser feita, com todo o tipo de frutas e todo o tipo de mistura de bebidas. E a minha vai mesmo variando a fruta conforme a época do ano. Agora de verão gosto de algo direcionado para os frutos vermelhos.

Ingredientes para um jarro de 2l:


1 garrafa de vinho tinto (por norma uso Alentejano, mas podem usar qualquer um)
1 garrafa (25 cl) de cidra de frutos vermelhos
1 copo pequeno de vinho do porto
2 colheres de sopa de açúcar amarelo (ou mais se usarem fruta mais ácida)
Casca de ¼ de limão
¼ de Maçã
¼ de Pera
¼ de Laranja
¼ de Pêssego
½ Ameixa
4 Morangos
5 Uvas
5 Cerejas
Mirtilos

Preparação:


Num jarro coloca-se o vinho tinto, a cidra e o vinho do porto bem frios. Corta-se a fruta depois de lavada em pedacinhos pequenos (nunca retiro a casca, apenas os caroços e grainhas, mas isso fica ao gosto de cada um). Junta-se a casca do limão que podem partir em pedacinhos ou em tiras maiores e o açúcar amarelo. O ideal é servir de imediato, mas caso não seja possível deve ser guardada no frigorífico até servir.
Claro que, como disse antes, podem usar praticamente todo o tipo de fruta e nas quantidades que quiserem, neste caso tento usar mais os frutos vermelhos. No caso da laranja nunca misturo com limão. Uso um em fruto e outro apenas a casca para não ficar demasiado ácido. Para quem gosta do sabor, pode-se também juntar um pouco de vodka preta e até um pau de canela.
Agora de verão é algo que nunca pode faltar nas festas e convívios de amigos, mas atenção que nada de ultrapassar um copo ou dois! Isto pode saber a um refresco doce mas tem imenso álcool.


E vocês, gostam de sangria?
Que bebidas costumam preparar para as festas?
Para saberem mais sobre o ACMA basta enviarem um email para acma.cultura@gmail.com

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Mousse de Limpeza Nivea

Olá gente!!
Este post vem com um dia ou dois de atraso, mas ontem simplesmente esqueci-me de o publicar. É a única desculpa que tenho. Ok, posso culpar o calor absurdo que tem estado. Mas mais vale tarde que nunca, por isso aqui está ele.

Quem me segue não apenas aqui no blog, mas também no Instagram (É mesmo para seguir!!) já deve ter percebido que uma das minhas marcas de supermercado favoritas é a Nivea. Além da qualidade dos produtos, tem uma variedade espantosa e isso aliado ao preço acessível, coloca-a no meu top.


Ora hoje venho falar de um produto que tenho experimentado nas últimas semanas, a Mousse de Limpeza da Nivea. Começo por dizer que não estava à procura de nada do género quando andava a passear pela secção de higiene e beleza aqui do hipermercado mais perto de casa, no entanto reparei que tinham a marca em promoção e esta menina chamou a atenção primeiro pela cor do e até pelo formato do frasco, mais ainda do que pela necessidade. Não conhecia, estava bastante barato e pensei "Porque não experimentar?"
E lá vim para casa com um frasco engraçado de uma mousse que além de limpar em profundidade, promete ainda ser refrescante e hidratar a pele, enriquecida com vitamina E e Hidra IQ, recomendada para pele normal a mista.

Ao experimentar a primeira vez andei um pouco às aranhas a pensar qual seria a forma ideal de aplicar, se em pele seca ou molhada, se seria ideal em discos de limpeza ou bolinhas de algodão (já que nem sabia inicialmente qual a consistência disto depois de sair da embalagem). Experimentei primeiro na mão e não convenceu, passei para os discos desmaquilhantes e achei que não espalhava bem na pele. Entretanto fez-se-me luz e resolvi molhar o disco antes de usar. Tcharam!!! Funcionou lindamente e a partir daí foi fácil fazer a mousse deslizar pelo rosto.


Apesar de não arder nos olhos, noto que provoca alguma sensibilidade que desaparece assim que se passa por água e acredito que a maioria das pessoas nem note nada. Por norma isso acontece-me até com produtos específicos para olhos sensíveis. Com as utilizações, fui reparando que funciona muito bem até como desmaquilhante de rosto e não apenas para limpeza de pele.

Gostei da forma como cumpre a premissa não apenas da limpeza como também da hidratação. Assim que se passo por água noto logo a pele macia, como se tivesse acabado de colocar o creme hidratante. No entanto, apesar de anunciar ser refrescante, não notei nada nesse sentido, não houve qualquer tipo de frescura além da da água, o que considero uma pena, pois teria tornado este produto perfeito.

Apesar deste detalhe, gostei imenso da mousse. Um único pump é suficiente para limpar bem o rosto e remover restos de maquilhagem mais teimosos, o que significa que rende imenso. Já comprei à mais de um mês, tenho usado quase todos os dias e ainda tem imenso.  Sem dúvida que é uma compra a repetir!


Encontra-se à venda em todos os hipermercados, vem em frascos muito práticos de 150ml com um pump muito funcional. (Tendo em conta a duração de 12 meses depois de aberto, até poderiam apostar em frascos maiores!) e destina-se a pele normal a mista. No site da Nivea divulgam ainda uma mousse para pele seca e sensível, mas nunca o encontrei à venda aqui na zona. O preço habitual ronda os 5,50€ mas encontra-se várias vezes em promoção até mesmo de 50%, que vale bem a pena.

domingo, 25 de junho de 2017

Fui aos Saldos!

Olá pessoal!

Já viram que começaram os saldos? Confesso que ainda nem me tinha lembrado disso mas na sexta-feira perdi a cabeça e foi a loucura. Hoje venho mostrar tudo.

No início da semana tinha passado aqui pelo Fórum Aveiro e reparei que já havia uma ou outra loja com saldos mas nada de especial. Entrei, dei uma olhadela e saí sem gastos a pensar “Oh, este ano nem preciso de nada.” Saldos esquecidos, na sexta-feira saí de casa para ir à Pluricosmética buscar um verniz de proteção para as unhas e reparei que agora já estavam todas as lojas com saldos. Fui entrando, vendo uma ou outra peça que até gostava e o balanço final foi: 2 vestidos, 1 casaco, 1 blusa, 2 pares de calças, 1 sabonete esfoliante, 1 manteiga de corpo e 1 corretor de olheiras. Então e o tal verniz pelo qual saí de casa? Não trouxe porque não havia. Como é que passei de “nem preciso de nada” a isto? Não sei. Mas como podem ver continuo na minha mistura de preto com preto. 


Calças de Ganga Preta Zara - 29,95€ - 19,99€
 
 Calças enceradas Zara - 29,95€ - 19,99€

 Casaco de malha Leftis - 7€ - 3€

Vestido Leftis - 10€ - 4€

Vestido Canelado Mango - 17,99€ - 7,99€

T-Shirt Tiffosi - 14,99€ - 4,99€




E pronto, foram estas as comprinhas inesperadas. Como podem ver nenhuma delas foi cara, no entanto trouxe várias coisas. E agora sim, acho que não compro mais nada nos saldos deste verão. (sendo o 'acho' a parte importante da frase!! eheheh). Caso queiram ver melhor cada uma, todas elas têm o link na legenda.

Que acham das comprinhas? 
Gostaram de alguma em especial? Detestaram alguma?
Já andaram a fazer estragos no orçamento nos saldos?

domingo, 18 de junho de 2017

Concerto dos HIM no Porto.

Olá gente!!

O post de hoje é um bocadito diferente do habitual. Mas ontem tive uma das melhores noites da minha vida e resolvi partilhar convosco.
Antes que alguém comece a pensar em perversidades, tenho de explicar que a noite foi tão importante porque foi o tão aguardado concerto dos HIM no Hard Club


Para quem não conhece, os HIM são uma banda de rock/metal finlandesa, pela qual tenho uma grande panca desde os meus 18 anos.
Felizmente posso dizer que já vi todas as minhas bandas favoritas, algumas delas diversas vezes e já fiz loucuras de percorrer vários países atrás de determinada banda *cof cof* Nightwish *cof cof*, no entanto os HIM eram a única que me faltava. Aquele cromo raro da caderneta que ainda não tinha conseguido. Até ontem. 


Quando anunciaram o concerto ainda o ano passado, mal acreditei que iria mesmo ter a oportunidade de os ver e assim que os bilhetes foram colocados à venda corri para os comprar, ou seja dia 22 de Dezembro, com 2 bilhetes na mão, tinha praticamente 6 meses de espera pela frente. Entretanto lá consegui convencer o Konigvs a ir comigo (ok, acho que fiz alguma chantagem emocional!) e tudo parecia maravilhoso até vir o valente balde de água fria. Os Him anunciam o fim da banda no final do ano. E de repente o que era suposto ser uma experiência espetacular depois de 12 anos a ansiar por tal acontecimento, torna-se quase agridoce, pois este seria o primeiro e último concerto.
Claro que depois deste anuncio, os bilhetes esgotaram por toda a Europa e pela Internet viam-se ofertas quase milionárias por um bilhete, muitas delas sem importar onde era. Por muito tentador que possa parecer, não trocaria este concerto por nada!


Ora então, lá sobrevivi os seis meses de espera e ontem lá fui eu para o Porto, tão empolgada que mal parava quieta no comboio. Cheguei passava pouco das 10 da manhã (o espetáculo começava às 9 da noite) e fomos diretos ao Hard Club, onde estariam umas 10 pessoas cá fora, debaixo de um sol de 32º. Lá fui convencida a ir dar uma volta até à ribeira e fazer tempo até os restaurantes começarem a servir os almoços. Confesso que a fome não era nenhuma, eu queria era voltar para o Hard Club, mas lá tivemos um almoço agradável, com vistas interessantes e antes da 1 da tarde estávamos de regresso. 


Desta vez tinha exatamente 30 pessoas à minha frente. Não era o cenário ideal mas ainda não era trágico. As portas tinham finalmente aberto e em vez do sol tórrido, tínhamos agora o calor do interior do Hard Club. Isso e 8 horas de espera pela frente até à entrada para a sala. 8 Horas!!! Toca a sentar e ir travando conhecimento com a vizinhança. Foram 8 horas de calor mas pelo menos a conversa ajudou e às 21h em ponto começam a deixar entrar. Conseguimos uma honrosa 3ª fila, com vista completamente desobstruída para o palco e a cerca de 2 metros do microfone onde 2 horas depois, estaria Ville Valo a cantar. Mais uma horita de muitos nervos e lá vem a banda de abertura, os Kandia, que eu desconhecia por completo, apesar de ter gostado do som e da atitude da vocalista. Foi uma atuação curta e mais meia horita de espera. 

Até que tudo se apaga e saem Linde e Mige para o centro do palco, seguidos claro pelo próprio Ville. Foi o momento da loucura. 12 anos a desejar ver a banda que finalmente estava ali à minha frente e com o vocalista tão perto. Não vale a pena entrar em detalhes mas confesso que tive os meus momentos de groupie e chegar a invejar não apenas o microfone, mas também uma toalha usada pelo senhor. Começaram com uma das músicas mais queridas, a Buried Alive by Love e seguiram-se 2 horas de músicas bem conhecidas por todos os fãs da banda, focando-se nos sucessos mais antigos. Posso dizer que há uns bons anos que não delirava tanto com um concerto. Cantei, gritei e pulei como se não houvesse amanhã. Isto num calor insuportável dentro da sala, mas consegui-me abstrair disso e do cansaço até ao fim. Fim esse que a meu ver chegou depressa demais, com um cover bem conhecido da Rebel Yell do Billy Idol. 


Apesar de terem conseguido a proeza de tocar todas as minhas músicas favoritas, claro que me soube a pouco (se tivessem tocado a noite toda continuaria a saber a pouco!). Soube a fim. Mas valeu bem os 12 anos de espera por este concerto. Valeu bem as 8 horas de espera para entrar, mais as 2 horas de espera lá dentro. Valeu a pena até as dores de garganta hoje. Foi uma noite memorável!

Alguém por aqui foi ao concerto?
Há algum a que queiram muito ir?

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Experimentei... o iogurte Skyr

Acho que já mencionei aqui que sempre que vou ao supermercado gosto de trazer um produto alimentar novo para experimentar. O que significa que pelo menos uma vez por semana vem parar qualquer coisa nova aqui à despensa (ou ao frigorífico). Alguns passam a compra habitual, outros nem por isso. Então porque não falar aqui sobre eles? Digam-me o que acham da ideia.

Há uns dias coloquei no instagram a foto do meu lanche, o famoso iogurte Skyr da Arla, que anda nos frigoríficos de toda a gente nos últimos tempos e hoje quero deixar a minha opinião um bocadito mais a fundo.


Comecemos por saber que iogurte é este. Skyr é o iogurte típico da Islândia, trazido da Noruega ainda pelos Vikings, obtido através de leite magro pasteurizado, com a consistência de queijo fresco ou requeijão com alto teor de proteínas, quase sem matéria gorda e açúcares reduzidos. Pode vir em sabor natural ou sobre uma camada de polpa de fruta de vários sabores.

Recentemente chegou-nos a alguns supermercados e depois de ver tantos comentários ao dito cujo, lá me decidi a experimentar. Como não tenho nenhum Lidl por perto ainda não experimentei os da Milbona, mas encontrei os da Arla no Continente e trouxe dois sabores diferentes, um de framboesa e um de ginja. 


O que achei sobre eles? 
Comem-se mas não fiquei fã. Gosto da consistência cremosa, que faz lembrar os agora desaparecidos Danio da Danone, no entanto achei que a fruta apesar de ser suficiente para misturar em todo o iogurte, não lhe dá sabor suficiente. Continuo a achá-lo demasiado azedo. Claro que isto pode-se resolver ao adicionar açúcar, mel, stevia, doce, o que quiserem, no entanto lá vai disparar a quantidade de calorias, que já não é assim tão baixa. No entanto, uma coisinha destas a meu ver vale por uma refeição. Depois de comer um destes iogurtes ao fim da tarde juntamente com uma barra de cereais, posso dizer que fiquei sem fome a ponto de nem jantar. Claro que isto não substitui refeições!! No entanto o erro foi meu de o comer tão tarde, isto por volta das 16h seria o ideal para me manter saciada até à noite. 


Como já referi, os iogurtes skyr começam agora a encontrar-se pelos supermercados, nomeadamente no Lidl (Milbona), Continente e Jumbo. Estes da Arla (Continente) existe o natural, de framboesa, de alperce e espinheiro, de mirtilo e de ginja. São embalagens de 150g, que contam 120 kcal e custam cerca de 1€.

Já experimentaram? O que acharam sobre eles?

sábado, 3 de junho de 2017

Como escolher o protetor solar?

Olá meus amores!

O Verão está mesmo a chegar e acho que falar na proteção solar nunca é demais. Esta deve ser usada todo ano, no entanto agora é imperativa!
O problema é que a oferta é tanta que muitas vezes nem sabemos bem o que escolher ou quais as melhores opções de acordo com a nossa pele. Hoje vou tentar dar uma ajuda sobre os protetores solares de corpo e rosto.

Corpo



Aqui a variedade é tanta que qualquer pessoa fica confusa, há centenas de marcas, imensos fatores de proteção solar (FPS), que vêm em creme, loção, spray, gel e sabe-se lá mais o quê. Quantas vezes dou por mim no supermercado, nas farmácias e até nas perfumarias a pensar “E agora o que raio é que levo?” O que Convém começar por explicar que até o protetor mais baixo, como o FPS 15 dá uma proteção contra os raios UVB de mais de 93%, os FPS 30 sobe para os 97%, os FPS 50 tem proteção de 98% e os 50+ dão 99%. Ou seja, é importante deixar claro é que não existem protetores solares que protejam a pele a 100% por isso todas aquelas recomendações importantes de horários de exposição solar, uso de roupa, chapéus, etc nunca devem ser esquecidas, mas já lá volto.

 Sendo a proteção tão idêntica, que FPS é que devemos escolher?

Tudo depende da nossa pele, no entanto a ideia é simples, quanto mais clara a pele, maior deve ser o fator de proteção, por isso podemos (e devemos) começar o verão com um fator mais elevado e diminuir depois de já estarmos devidamente bronzeados.

FPS até 15
Para peles negras ou muito bronzeadas

FPS 15 a 30
Para peles um pouco morenas (Ideal para usar no fim do verão quando já estamos bronzeados. Pessoalmente é o que uso durante o Inverno também.)

FPS 30 a 50
Para peles mais claras, com tendência a queimar facilmente ou a ganhar sardas.

FPS 50+
Para peles muito brancas e sensíveis à exposição solar.


Rosto

Ora então e em relação ao rosto? Devemos usar um protetor específico?

Uma grande parte dos protetores solares dizem que podem ser aplicados no corpo e rosto. Nesse caso porque é que devemos gastar dinheiro noutro só para essa zona? A resposta é simples, a pele do rosto é bastante mais sensível e por norma requer cuidados específicos para cada tipo. A proteção é exatamente a mesma, o que muda é mesmo a textura e aí sim, devemos mesmo adaptá-la tal como fazemos com todos os outros produtos que usamos na face.

Pele mista a oleosa
Uma boa solução para controlar a oleosidade é o uso de protetor em gel ou gel-creme, que se apresentam como oil free, matificante, sem brilho ou de toque seco.

Pele seca ou sensíveis
O truque neste caso é o contrario da anterior. Os cremes e loções e hidratantes, cremosos e nutritivos são a melhor aposta.

Pele normal
Costumo dizer que são as peles sortudas que podem usar tudo. Neste caso não há necessidade de usar gel ou cremes nutritivos, bastando o creme ou loção normal, embora possa usar também os sprays.

Posto isto, penso que a escolha ficará agora um pouco mais fácil. No entanto nunca é demais deixar aquelas regras básicas:

  • O protetor deve ser sempre aplicado cerca de meia hora antes da exposição solar.
  • Deve-se evitar sempre a hora de maior calor, entre o meio dia e as 4 da tarde.
  • Convém escolher protetores à prova de água, mesmo não estando na praia, já que resistem melhor à transpiração.
  • O protetor deve ser aplicado a cada 2 horas. Pessoalmente aplico também depois de cada ida à água, mesmo sendo à prova de água.
  • Como disse antes, a proteção não é a 100%, não se esqueçam de usar chapéu, t-shirt, óculos ou tentar arranjar locais com sombra
  • Depois da exposição solar convém usar um after sun.
  • E já agora, não tem a ver com os protetores solares, mas não se esqueçam de ir bebendo muita água nos dias de maior calor.
     
     
    E vocês? Como fazem a escolha?
    Gostam destes posts mais informativos?

terça-feira, 30 de maio de 2017

Nova gama Fructis Pure Non Stop da Garnier

Já viram a nova gama da Pure Non Stop da Fructis Garnier?
Confesso que ainda não experimentei mas assim que for ao supermercado trago um!

E porquê?
É uma nova gama à base de frutas fortificantes, que purificam o cabelo e o couro cabeludo, com uma nova fórmula sem silicone nem parabenos, ou seja, para quem tem cabelo oleoso como eu, deve ser uma alternativa interessante. E há três variedades.

Pepino Fresh – Para cabelos oleosos
Segundo a marca, o pepino é um bom hidratante do couro cabeludo.

Menta Fresh – Para cabelos oleosos com caspa. 
A partir de extrato de hortelã, tem um efeito calmante na pele irritada e sensível.

Água de Coco – Para cabelos de raiz oleosa e pontas secas
O coco além de hidratar, é rico em Ómega 6 e 9, que nutre, protege, fortalece e dá flexibilidade 

Já experimentaram algum deles?
É que a minha saga pela procura do champô ideal continua sem fim à vista. Não consigo encontrar nada que me regule a oleosidade e vejo-me obrigada a lavar a cabeça pelo menos dia sim-dia não, o que vai enfraquecendo o cabelo. Já passei em dois supermercados aqui em Aveiro mas ainda não encontrei nenhum dos champôs. Assim que experimentar dou notícias. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cheguei aos 30!

Olá coisas fofas!!

Eu sei que desapareci um bocado nas duas últimas semanas, no entanto, tenho um monte de boas desculpas para isso. Algumas pelos melhores motivos, outras nem por isso.

Notícia: Cheguei aos 30!!

Pois é, parece mentira, mas fiz no dia 17 de Maio 30 anos. Estou feliz com tal proeza? Nem por isso. Quem me dera voltar ao 20 e à facilidade de tudo nessa época. Era tão bom sair de casa às 8 da manhã depois de uma direta e nem sequer me preocupar com maquilhagem! Era tão bom quando o corpo acompanhava em tudo e nem sequer protestava. Agora sair sem a maquilhagem é impossível e as diretas... saem bem caro. Sim, eu disse que cheguei aos 30. Não aos 60, mas deixem-me reclamar!!!

Então o motivo o desaparecimento começará a fazer algum sentido já que resolvi fazer uma coisa que já não fazia há mais de 10 anos. Uma festa. Nada de louco, nada de extraordinário, mas convidei a família e amigos mais próximos e toca a comer. Sim, eu sei que agora que estou nos 30 não me posso dar ao luxo de comer nem metade das porcarias que terei comido nesse dia. Mas era uma festa! O meu aniversário! Xiu!


Portanto hoje venho mostrar as coisinhas boas que recebi, ou parte delas, porque ainda há gente que ache que cartões malucos com dinheiro é original (Sim, certas criaturinhas da minha família, isto é para vocês!! Obrigada à mesma, porque dá sempre jeito!!! ;) ).









E vocês, como costumam festejar os vossos aniversários?
A idade é coisa que vos preocupa?

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Máscara Purificante da Eisenberg

Olá gente!!

A pedido do Miguel do blog Pieces Of Me, hoje trago-vos uma review de um daqueles produtos que a meu ver deveriam ter um pedestal para melhor serem adorados por todos. E trata-se mesmo da Máscara Purificante da Eisenberg


A primeira vez que usei foi há uns anos atrás e na altura a minha pele andava tão mal que nem gostei nada do resultado, mas coitada da máscara não teve culpa nenhuma, eu é que andava a usar um suposto sabonete maravilhoso e que na realidade só me anda a prejudicar mais a pele (obrigada dermatologistas!!). Acabei por dar o resto da embalagem e nunca mais pensei no assunto. Até que uns tempos depois, já com o problema resolvido e o sabonete no lixo, deram-me uma amostra desta máscara e eu sem me lembrar que já a tinha usado experimentei e... apaixonei-me pela coisa. Claro que a paixão quase foi curta, porque quando ia para a comprar assustei-me com o preço. No entanto fui para casa a pensar no assunto e no dia seguinte voltei e comprei-a. Nada como uma boa noite de sono para decidirmos estas loucuras. O que é certo é que apesar de não ser uma compra fixa, volto sempre a ela. A que estou a usar atualmente foi uma que a minha tia tinha por lá perdida ainda por abrir e eu achei que seria um crime não usar, mas entretanto mudou a embalagem, por isso se procurarem, atualmente tem um frasco mais alto e mais estreito, embora o produto seja igual.

Trata-se de uma máscara purificante com a Formula Trio-Molecular da marca, que promete digerir e eliminar as células mortas da pele. É recomendada para peles mistas a oleosas, já que reequilibra e fecha os poros. É enriquecida com argila verde, kaolin e rosmaninho, que absorve o excesso de sebo, regula e purifica.



O modo de utilização é muito simples, aplica-se na pele lavada e seca, permanece de 20 a 30 minutos – pessoalmente nunca deixo chegar aos 30 minutos porque noto que me começa a secar algumas zonas e os 20 chegam muito bem. No fim retira-se com um disco desmaquilhante embebido água morna e passa-se novamente por água. No meu caso passo um hidratante logo em seguida porque sinto a pele demasiadamente seca. O que é certo é que o efeito é imediato, a pele fica sedosa, perde aquele brilho da oleosidade e nos tempos seguintes as borbulhas são poucas e as que aparecem não duram mais do que um dia. Em relação à utilização, uma pequena camada é suficiente e na minha pele o ideal é usar de 15 em 15 dias ou ainda mais espaçado, mais do que isso e noto a pele seca demais em certos pontos e com uma certa vermelhidão em algumas zonas, mas noto o mesmo em relação a outras marcas, não apenas com esta.
Na embalagem diz até que pode ser usado em SOS para fazer borbulhas mais rapidamente, mas confesso que nunca experimentei por achar um desperdício de máscara e para isso, uso o velho truque caseiro da pasta de dentes.

A máscara purificante da Eisenberg encontra-se em perfumarias (quando não vos dão a informação que foi descontinuada apenas por ter mudado de embalagem!), em embalagens de 75ml e o preço ronda uns ultrajantes 70€, que por muito que tentem poupar o produto também só tem uma validade de 6 meses. Perante a pergunta se vale a pena a resposta é um moderado sim. Até hoje ainda não encontrei uma melhor ou até mesmo igual, mas não há como negar que é um produto demasiadamente dispendioso.

Conhecem esta máscara? E a marca? Já experimentaram?
Que máscaras usam habitualmente?


sábado, 29 de abril de 2017

Sugestões de Dia da Mãe

Olá coisas fofas!!


Agora que estamos a uma semana do Dia da Mãe achei que deveria deixar aqui algumas sugestões. Claro que nem toda a gente aprecia a mesma coisa, mas decidi basear-me nos gostos da minha. Sinceramente, nunca fui fã deste tipo de dias, desde muito pequena que me lembro que na escola nos faziam criar um presente e eu era quase sempre a primeira a protestar. Porquê este dia? É suposto ignorarmos as nossas mães (o mesmo serve para os pais no dia que lhes é atribuído) o resto do ano? Com o tempo lá fui aceitando a dita tradição com mais ou menos reticências. Muitas vezes, só para ser do contra, ofereço-lhe algo mais elaborado uma semana antes ou depois e ignoro o dia por completo. Este ano ainda não decidi o que fazer, mas sei que no caso da minha mãe, dá muito mais valor se a levar a almoçar/lanchar/jantar a algum lado que goste ou que passe um dia diferente em algum lado, do que se lhe comprar alguma coisa. No entanto, tento fazer ambas as coisas porque, na realidade, ela merece.

Claro que estas sugestões, apesar de serem as mais normais, não são garantia que todas as mães gostem. A minha é uma senhora de quase 60 anos que só recentemente se começou a dar a algumas vaidosices. O conselho é mesmo pensarem se já viram as vossas mãe usar/comprar/pedir algo parecido com o que estão a pensar oferecer. Aqui tentei ir do mais em conta até algumas peças mais dispendiosas, vejam os vossos orçamentos e decidam, mas de certeza que mãe nenhuma nos quer levar à falência.



Que acham das sugestões? Já sabem o que vão oferecer?
E que tal mais um post amanhã ou depois com sugestões grátis ou com um valor mínimo?


domingo, 23 de abril de 2017

Viagens: 6 dias em Paris

Olá!!!
Como vai o fim de semana?

Aviso desde já que este post é enorme! Acho que tomei o gosto pela variação de temas aqui do blog e decidi começar a falar mais de algo que adoro: viagens! Decidi começar a fazer, talvez mensalmente, um roteiro de destinos que gosto. Comecei por um que já conheço e que já fiz para ver o que vocês acham, mas de futuro quero arriscar em outros que ainda não tive oportunidade de visitar. Começo por uma das cidades que adoro: Paris. Apesar de toda a insegurança atual, é uma cidade deslumbrante e cheia de locais lindos!

Para lá chegar

O que não faltam são formas de chegar a Paris. Claro que se pode ir de carro, e até de autocarro mas deve ser extremamente cansativo e há meios bem mais rápidos e práticos. Infelizmente sempre fui de avião. Acho que todas as companhias aéreas têm voos para lá. Por norma gosto de escolher sempre os primeiros voos da manhã, aqueles que partem antes das sete e a meio da manhã estamos no nosso destino com o resto do dia pela frente para visitar tudo o que queremos. É uma ótima forma de rentabilizar o tempo de estadia. Já nos voos de regresso o truque é o inverso e escolher os voos ao fim da tarde ou inicio da noite. (Mesmo que tenham de deixar o quarto antes de x horas, os hotéis quase sempre têm onde guardar as malas).

Para chegar dos aeroportos ao centro existem várias opções, como autocarros (até mesmo de algumas companhias aéreas), comboios, táxis, etc. Eu sempre fui para o aeroporto de Orly e sejamos sinceros, o mais cómodo é mesmo apanhar um táxi que nos leve direitinhos ao hotel e desde Março a tarifa é fixa nos 35€ para o centro de Paris, com a bagagem incluída. A meu ver, a menos que se viaje sozinho, compensa o táxi em comparação por exemplo ao comboio. Não existe estação em Orly, existe sim um tram, o Orlyval que faz a ligação entre o aeroporto e Anthony, onde se tem de apanhar novo comboio para o centro. Isto com malas não é nada prático e o preço dos dois são 12€. Façam as contas e vejam a melhor opção para cada um.

Para quem não gosta de aviões ou, como eu, são apaixonados por viagens de comboio, o Sud Expresso é uma boa opção, apesar de mais lenta e mais dispendiosa. Trata-se de um comboio noturno que liga Lisboa a Hendaye, aí é necessário apanhar o TGV para Paris. Pelo que andei a ver é uma opção mais dispendiosa mas interessante para quem não quer ter um limite de peso de bagagem. Ainda não tive oportunidade de fazer esta viagem, mas adoraria! Para mim não há melhor do que poder desfrutar calmamente da paisagem e tirar fotos pelo caminho. Ok, eu por mim dava a volta ao mundo de comboio, se fosse possível.

Primeiras coisas a arranjar quando se chega a Paris:


  • Mapa detalhado das ruas e linhas de metro: Normalmente são oferecidos na maioria dos hotéis e postos de turismo.
  • Paris Visit Pass: é um passe que dá acesso a toda a rede de transportes públicos da cidade (autocarros, metros e comboios), válido por 1, 2, 3 ou 5 dias e para as várias zonas. Para quem não quer sair do centro a opção de zona 1-3 zonas é suficiente, no entanto para ver alguns dos palácios ou museus fora do centro o ideal é o de 1-5 zonas. Podem usar e abusar porque não existe qualquer limite de viagens ou de distâncias, no caso deste último.
  • Paris Museum Pass : tal como o nome indica é um passe de acesso a quase todos os museus, mas também outros monumentos como castelos, palácios, igrejas, observatórios, etc, etc. Acho que a única grande atração que não está aqui incluída é a Torre Eiffel, de resto este passe dá acesso a tudo e, em muitos casos, dá mesmo acesso prioritário, o que é ótimo pois evitam as grandes filas. Têm a opção de 2, 4 ou 6 dias.

Alojamento

O que não falta em Paris são opções de alojamento, desde a mais barata cama em hostels em que se vê a sujidade acumulada desde que cortaram a cabeça à Maria Antoniente até às mais exuberantes e luxuosas suites com vista para a Torre Eiffel. Por isso, a menos que não tenham amor à vossa higiene pessoal ou que vos tenha saído o Euromilhões, a sugestão que deixo é que arranjem algo entre uma opção e outra. Há muitos hotéis mais simples e com excelente atendimento. Não se prendam muito com o pequeno almoço porque a menos que esteja incluído no preço, normalmente são caros e raramente valem o que custam e nesse caso mais vale saírem um pouco mais cedo, procurarem uma explanada e pedirem um pequeno almoço a vosso gosto.
Outra sugestão que deixo é que a menos que tenham um orçamento mais alargado não tentem ficar mesmo na parte central porque os preços são muito mais elevados. E há imensas opções mais afastadas, com o metro à porta que em 5, 10 minutos vos leva ao centro, ou a qualquer outra parte da cidade e arredores.

O que visitar?

Dia 1



Supostamente este é o dia da chegada, não dá para grandes aventuras não só pela questão de tempo mas também já algum cansaço. Por isso, a recomendação é simples. São 3 pontos todos muito próximos e que ainda assim permite ver muito pelo caminho. Ao sair na estação de metro Hôtel de Ville, têm logo ali o monumento que lhe dá nome, que é na realidade o equivalente à Câmara de Paris, seguindo em frente têm a Pont d'Arcole, ou a Pont Notre Dame logo ao lado, com uma vista espetacular sobre o rio Seine e uns metros à frente encontram de imediato a catedral de Notre Dame, a entrada é gratuita e a subida à torre está incluída no passe. Outro ponto interessante para visitar localiza-se mesmo em frente à catedral e trata-se das ruínas da Crypte Archéologique du Parvis, com mais de 2000 anos de história. E a menos de 5 minutos dali temos ainda a Sainte Chapelle, com uma obra espetacular em vitrais. E caso ainda tenham tempo e gostem, não deixem de passar pelo mercado de flores e pássaros, Marche aux Fleurs et aux Oiseaux, ali tão perto.

Dia 2


É um dia quase todo ele reservado ao Louvre. É muito simples para lá chegar porque têm duas estações de metro muito perto e o conselho que dou é que cheguem o mais cedo possível. As filas já não são o pesadelo que eram há uns anos mas ainda assim acumula algumas pessoas e pode demorar um pouco, no entanto o passe dos museus dá acesso prioritário, aproveitem! E já agora contem passar toda a manhã por lá e se forem como eu, ficam também parte da tarde (aquilo tem restaurante e cafetarias, não passam fome!) e já agora, se querem ver a Mona Lisa de perto o ideal é irem lá diretos assim que o museu abre ou depois são acotovelados e calcados para lá chegar, o que a meu ver, não vale a pena. Depois do Louvre se ainda estiverem vivos (sim, aquilo cansa!), o ideal é descontrair num passeio pela beira do rio até à Conciergerie, a antiga prisão e que, estranhamente, é agora um local agradável e amplo, talvez porque anteriormente era um palácio.

Dia 3



Mais um dia com poucos locais a visitar porque um deles é enorme! A sugestão para o dia é o Château de Versailles, para mim um dos locais mais bonitos de Paris. Não é muito simples para lá chegar, porque fica fora do centro, é preciso apanhar o comboio da linha RER C para Versailles Château - Rive Gauche e fazer uma pequena caminhada de uns 10 minutos até ao palácio. Mais uma vez recomendo que cheguem cedo, ainda mais do que em qualquer outra situação, porque a fila é sempre tão monumental como o edifício! E pior, o passe que dá entrada desta vez não dá acesso prioritário. O conselho que dou é que lá estejam até antes da abertura ou têm uma horita de espera pela frente. Ou mais! Contem passar quase todo o dia por lá, não só para ver o palácio principal como também os jardins e o Trianon. Ao regressar ao centro de Paris, podem sair na estação Champ de Mars e visitar a Torre Eiffel. Este é o único monumento aberto ao público dos que recomendo aqui, que não está incluído no passe, mas vale a pena subir.

Dia 4



Outro dia que começa com mais uma visita a um castelo (eu gosto de castelos e palácios, o que é que querem?), desta vez sugiro uma ida ao Château de Vincennes, que chegou a ser um dos mais importantes antes da mudança para Versailles e que se tornou mais tarde numa prisão. Chegar até aqui é muito simples, basta apanhar a linha 1 do metro que para ali muito perto e aqui penso que uma manhã seja o suficiente para visitar todo o espaço, por isso podem regressar antes de almoço. Já de tarde podem começar com uma visita ao Centre Pompidou, que aloja o museu de arte moderna além de uma biblioteca pública, e tem uma arquitetura muito peculiar. Para lá chegar têm várias estações de metro em redor e as filas para entrar são geralmente pequenas. E porque não terminar a tarde na L'Orangerie? Está a uns 10 minutos da estação de metro de Concorde e se tiverem a sorte de visitar num momento pouco movimentado, é dos locais mais com ambiente mais fascinante que encontram, com a coleção dos Nenúfares de Monet em destaque. E já agora, ao sair, não se esqueçam de dar um passeio pelo Jardin des Tuileries e ver a Place de la Concorde mesmo em frente.

Dia 5



A sugestão para o dia é uma manhã passada no Museu d'Orsay, uma antiga estação de comboios, acessível através da Linha RER C que para mesmo ao lado do edifício. Aqui têm uma coleção abismal de arte do final do século XIX, inicio do século XX com todos os grandes nomes do Impressionismo, Realismo e Simbolismo. Não são os meus estilos favoritos mas até eu fiquei rendida. O museu é enorme, merece bastante atenção e tempo, por isso fica a sugestão do restaurante que lá existe. Mais não seja a sala é deslumbrante, mas atenção que enche rapidamente e acho que continuam a não aceitar reservas, o ideal é estarem lá antes da abertura, por volta das 11:30. Depois de almoço fica a sugestão de visita ao Museu de Cluny, que fica mesmo ao lado da estação de metro de Cluny-La Sorbonne. Trata-se do museu da Idade Média. Para quem gosta de arte sacra e tapeçarias históricas, sente-se em casa. Ao sair, porque não uma pequena caminhada de menos de 10 minutos pelos imponentes edifícios da Universidade de Sorbonne até chegar ao Panthéon? Foi dos locais que visitei cuja expectativa era a menor de todas e saí de lá fascinada não só com os túmulos de grandes personalidades francesas (posso ter tido o meu momento fangirl em frente ao túmulo de Rousseau que se repetiu com o de Alexandre Dumas), mas também com o pêndulo de Foucault e com a cúpula.

Dia 6



No último dia em Paris a sugestão é um pouco menos convencional em certos pontos. Começa pelo Museu de arqueologia de Saint-Germain en Laye. Este fica um pouco afastado do centro de Paris, mas mesmo em frente à estação RER de Saint-Germain en Laye. O museu fica num antigo palácio real e só o exterior é deslumbrante, para não falar das coleções no interior que, para quem estudou arqueologia como eu, sentimo-nos como as crianças na Disney! Os jardins ao lado também merecem uma visitinha. De regresso ao centro, o próximo ponto pode parecer um pouco mórbido mas aconselho mesmo uma visita ao Cemitério de Père Lachaise, muito perto do metro de Philippe Auguste. É um lugar enorme e repleto de túmulos de figuras importantes como Maria Callas, Auguste Comte, Eugène Delacroix, Isadora Duncan, Jean de La Fontaine, Édith Piaf, Allan Kardec, Jim Morrison e muitos mais. Umas quantas paragens de metro mais à frente na mesma linha, na estação de Anvers, temos a Basílica de Sacré Coeur, que mais não seja vale a pena pela vista espetacular sobre a cidade, o problema é a escadaria para lá chegar, nada que não se resolva com a viagem de funicular até ao cimo. E já que estão ali, porque não um passeio pelo bairro de Montmartre para ver o icónico Moulin Rouge? Confesso que não entrei até porque os espetáculos não são de todo baratos, mas para quem gosta deve ser interessante e é uma forma divertida de terminar o passeio.

Se escolherem um voo de regresso mais tardio podem sempre aproveitar o último dia. Talvez para umas compras pela Avenue Montaigne ou pelas Galerias Lafayette? Mas não exagerem porque tudo conta no peso das malas (e do porta moedas!) para regressar!

E que tal? Gostaram do roteiro e das dicas?
Acham que deva continuar ou isto é uma grande seca? Digam de vossa justiça! ;)

Algumas das fotos foram retiradas do Google, outras são minhas.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Tendência Florida!

Ok, tal como prometido vamos começar a variar um pouco a temática aqui do blog. Por isso hoje, em vez de falar de produtos de beleza ou de cozinha vamos falar de... Moda!
Isto para mim é quase um desafio maior do que vir falar de matemática porque o meu conceito de moda é... diferente da maioria. Acho que ainda não é do conhecimento público por aqui mas a verdade é que raramente uso cores e misturo preto com preto. Não é mania, não é marca pessoal, é mesmo questão de gosto. Claro que tenho noção que um post de moda só de roupa preta não iria ter grande apreciação, por isso lá vou eu aventurar-me no mundo das cores (ou tentar!) e falar de uma loja que gosto bastante, a New Look. É uma loja inglesa que além das lojas físicas que tem no Reino Unido têm também loja online e... melhor de tudo... faz entregas em Portugal apenas por 6€. Nada mau!
Uma das grandes tendências desta primavera são floridos, principalmente estampados mas também em brocados, bordados, tudo é válido. E podem ir desde as flores mais pequeninas a autênticos arranjos florais no tecido, que dá um look fresco, primaveril a apelar ao sol.

Vestidos 

São para mim os mais fáceis de escolher porque adoro vestidos e são talvez as peças que mais uso. Este ano não há grandes regras nos vestidos além do uso de tecidos leves. Não interessa se são curtos, compridos ou médios, com ou sem mangas, ombros tapados ou descobertos, a grande regras são mesmo as flores.

Blusas e Tops

Mais uma vez encontramos um bocadinho de tudo no que respeita a blusas. Temos tops, temos o típico formato camisa, temos do mais curto ao mais comprido, com mangas de todos os formatos, vários tamanhos de decotes e mais uma vez a regra (com uma ou outra exceção que a confirma) são os tecidos leves e esvoaçantes. As blusas e tops, mais do que outras peças esta Primavera apostaram não só nos estampados como também nos brocados e até nas rendas.

Macacões

Confesso que foi mesmo a parte de que me deu mais dores de cabeça a escolher. Adoro ver macacões mas acho que em mim tudo neste género fica mal. Deve ser birra minha, claro, o que é certo é que tenho apenas um e raramente uso. O que é certo é que vieram para ficar, tanto o formato playsuit como os jumpsuits. Os primeiros usam-se principalmente muito curtos. E os jumpsuits encontram-se dos mais clássicos até mesmo às cullotes. (Que também ficam lindas a toda a gente, menos a esta alminha aqui!)

Saias

Outra das minhas perdições são as saias. E felizmente o formato godet continua em força nas tendências desta Primavera! Acho que o exageradamente curto este ano ficou um pouco para trás e o que se encontra em 'mini' é muitíssimo aceitável. As saias, mais do que os vestidos, encontram-se em todos os tamanhos, acima ou abaixo do joelho, no entanto não tão compridas quanto os vestidos. Mais uma vez, a aposta passou além dos estampados e vê-se imensos os brocados, muitas com bordados lindos.


hshddddddd

E vocês? Que acham desta tendência florida? Já aderiram? Gostam de ver ou acham demasiado Primaveril para usar na roupa?
E já agora, que acham desta ideia de falar mais de moda?
Não se esqueçam que está a decorrer o sorteio do Gift Bag aqui

quarta-feira, 12 de abril de 2017

1 ano de Blog e Giveaway

Olá meus amores!!!

Hoje estamos todos de parabéns! Fazemos um aninho!!!
Quem diria que aquilo que começou por ser uma brincadeira, que eu pensei que pararia ao fim de um mês, acabaria por se tornar algo tão importante para mim?
Este aniversário é de todos nós, porque sem dúvida que o melhor aqui é mesmo a interação com todos os que aqui chegam, leem, comentam, deixam dicas, dão a conhecer os seus blogs, onde por sua vez tenho aprendido tanto!

Mas este aniversário traz algumas novidades e surpresas!
Decidi fazer algumas alterações na temática, ou melhor, diversificar mais e enredar por caminhos que até aqui têm ficado um pouco de lado por vários motivos. Que acham de começar a entrar mais em assuntos de moda, de viagens, de dar novidades em vez de fazer apenas reviews? Decidi fazer a experiência e logo chegaremos a alguma conclusão.

E claro que um aniversário não poderia passar sem... presentes!
Pois hoje o presente é para vocês com um sorteio! Resolvi elaborar um gift bag (ok, era suposto ser uma gift box, mas aconteceu-me um pequeno incidente com a caixa, por isso passou a saco. Shiu!) com vários produtos de que gosto. Tive o cuidado de não incluir nada especificamente masculino ou feminino para que o presente seja adequado a todos os seguidores.


Como podem ver na foto o gift bag inclui:
  • leite de corpo Ultra Suave da Garnier
  • conjunto de duas esponjinhas da UBU
  • Baton de cieiro Labello Original
  • Agua Micelar da Nívea
  • Shower cream da Body shop
  • Conjunto de pega e pano de cozinha bordado à mão (foi a contribuição da tia para o aniversário do blog!)
  • Nibbles Digestives da Mc vities
  • Saquinho com 6 pacotinhos de diferentes chás da Twinings

Para participarem tem de :
Seguir o Blog (Obrigatório) – 1 entrada
Gosto no Facebook (Obrigatório) – 1 entrada
Partilhar, mencionando 3 amigos (Obrigatório) – 1 entrada
Seguir no Twitter – 2 entradas
Seguir no Instagram – 2 entradas
Partilhar noutra rede social além do facebook – 2 entradas
Seguir no Blogs de Portugal – 4 entradas

O sorteio decorre entre hoje e a meia noite do dia 26 de Abril.
É válido apenas para Portugal. 
Não se esqueçam de tornar os links de partilha públicos para que possam ser confirmados.

Rafflecopter giveaway

Boa sorte a todos!
E parabéns a todos os que de alguma forma fazem parte d'O Meu Dolce Far Niente

sexta-feira, 7 de abril de 2017

O Regresso de Prison Break


*Não contém spoilers*

O post de hoje é ligeiramente diferente do habitual porque venho falar de... uma série.
Apesar de ser uma daquelas viciadas que vê cerca de 15 séries por semana (pelo menos quando tenho tempo para isso e sim, às vezes dormir passa para 2º ou 3º plano!), acho que ainda não tinha falado de nenhuma aqui no blog. 

Nos últimos anos temos tido um regressar de muitas séries, algumas já terminadas há mais de uma década e claro que, a meu ver, alguns regressos têm tido mais sucesso que outros. O ano passado delirei com os novos episódios de The X-Files e já no final do ano, de Gilmore Girls. Foram duas séries que marcaram afincadamente a minha adolescência por motivos diferentes e já em fases distintas. O regresso de Gilmore girls foi para mim quase perfeito, apesar deste ser um quase bastante sublinhado; já The X-Files seria uma quase desilusão, se não tivesse tido dois dos episódios mais brilhantes talvez de toda a série. Posto isto, serão estes regressos sempre boas ideias? Não, claro que não e temos tido a triste prova em alguns casos.

Pois no dia 4 estreou a 5ª temporada de Prison Break, 8 anos depois do cancelamento.

Ao contrário das séries que referi anteriormente, nesta não tive aquele choque da passagem do tempo pelos atores. Nota-se bem, claro. No entanto segui-os mais nestes últimos anos e não houve aquele “Wow!”

Gostei de não haver ali mudanças radicais. Estas personagens são as mesmas e não alteraram as suas personalidades em nada, algumas regressam a velhos hábitos mas a essência é a mesma. Tal como a restante série, a realização é em tudo semelhante ao que vimos há anos atrás e a história, baseando-me apenas neste primeiro episódio, não andará muito longe do habitual também.

Apesar de manter o ritmo rápido a que estávamos habituados, é como se muito daquilo não tivesse grande impacto na história. Não queria dizer que estiveram a encher chouriços, no entanto, foram 40 minutos que se podiam muito bem reduzir a 15 sem se sentir a menor falta dos restantes. Que sim, poderiam ter sido melhor aproveitados... mas já lá vamos.

Sobre o enredo... como já disse segue muito o padrão anterior. Mais ainda, diria mesmo que este início faz lembrar em tudo o primeiro episódio da série mas com uma inversão de papeis entre o Michael e o Lincoln, que por sua vez também já tinha acontecido no início da 3ª temporada.


Estranhamente temos um inicio de enredo com o T-Bag (confesso que sempre achei mais piada do que devia a esta personagem!), que ainda anda às voltas com a mão. Ganhámos um vislumbre da vidinha da Sara nos últimos anos. Vemos um C-Note menos irritante e mais prestável que o habitual, o Sucre entra e sai quase sem darmos por ele e sem qualquer surpresa, um Lincoln Burrows igual a si próprio e a tudo aquilo que sabíamos dele desde o início. Mas sem dúvida que o Michael continua a ser o motor da série até quando não está presente. Quando uma das personagens principais era suposto estar morta e no entanto faz parte da nova temporada não se pode considerar grande spoiler dizer que... afinal está viva. Certo? Pronto, Michael Scofield está vivo. E apesar de não ter sido surpresa nenhuma foi mesmo o momento alto do episódio. A verdade é que tivemos um amontoar de dúvidas desde o início que não viram qualquer explicação, talvez na tentativa de manter o espectadores ansiosos durante uma semana... ou várias... mas teria sido mais interessante pelo menos começar a desvendar alguma ponta em vez de nos bombardearem com questões sem qualquer resolução.

Um outro aspeto que achei curioso foi a falta de contextualização em alguns casos. Alguém que nunca tenha visto a série e comece neste episódio vai acabar completamente baralhado e a meu ver, nada fará sentido. Ok, peguem nas temporadas anteriores e vejam! No entanto usaram tempo em aspetos desnecessários que poderia ter sido canalizado para essa contextualização.

Gostei do episódio? Gostei mas poderia ter sido melhor. Vou continuar a ver? Claro! Continuo a ter aquele fraquinho pelo Wentworth Miller? Sempre! E pronto, venha o resto da temporada!

E vocês? Costumavam ver a série?
Vão ver estes novos episódios?

Imagens retiradas do Google